Lorde Joey Richardson havia sido um mercenário, após um saque a uma frota de navios que carregavam grande riqueza pôde junto com seus amigos construir um castelo.
O castelo era grande, tinha várias torres. Garry, o seu irmão era o general de seu exército. Já haviam ampliado o poder do castelo para três. Um deles era Garry Richardson quem ali governava, no outro era o primo de Joey, Jaime Richardson.
Os outros castelos eram menores, mas tinham bastante dinheiro e mantimentos guardados, o que favoreceu, Joey planejava se tornar o imperador da Europa. Garry e Jaime regrutavam muitos camponeses, e os treinavam rigidamente. Dois anos se passaram com muitos preparativos para a guerra, e vinte e sete mil homens foram treinados. Até aquele momento Joey tinha um exército de quarenta e nove mil homens, se não fosse isso era muito perto.
A força foi dividida em três, Jaime conquistaria os países ibéricos, Garry a França e a Inglaterra que já travavam sua guerra sangrenta, e Joey a Itália, Alemanha e os outros países mais fracos.
Joey obteve sucesso, e mais de vinte mil homens viraram a casaca. Aumentando a quantidade de homens pôde enviar reforços para o irmão e o primo, que lutavam sua guerra.
Consquistou a maioria dos países da Europa, e quando consquistava um castelo, pendurava a cabeça do senhor inimigo em um espigão em uma das muralhas. A maior resistência foi a Holanda, e Itália. Foi nestes dois paises aonde foram perdidos mais homens. A cada vitória mais homens se juntavam a Joey.
Depois de sua conquista a Itália, Joey obteve seus primeiros navios para a futura marinha européia. Recheou-os de comida e homens e foi com uma frota de mil navios para reforçar o exército nos países do oeste da Europa.
Jaime obtera sucesso, e reinava como rei até a chegada de Joey. Ele implantou o comércio novamente, e contruiu um porto gigante, chamado Porto do Rei, para abrigar seus navios. Não podia perder tempo, o irmão Garry sangrava na França, que havia assinado um tratado de paz e aliança com a Inglaterra, os dois enculararam Garry Richardson.
Joey não perdeu tempo e conquistou a Inglaterra, na falta de homens todos os castelos estavam vulneraraveis. O exército inglês foi enviado as pressas de volta ao país, e Jaime comandou a frota marítima, metade deserbarcou longe das batalhas, e conquistou os castelos também vulneraveis, por causa da falta de soldados. Jaime e Garry, com suas forças combinadas arrasaram o exército francês. A última resistência foi os países nórdicos. Tinham pouca força por terra, mas por mar eram imbatíveis. Joey nem pensou em avançar com a frota, e foi por terra. Conquistou mais uma vitória naquele dia, com os navios vikings capturados a marinha ficou triplamente mais forte.
Voltou em um deles para os países mais fortificados, ficou em Lisboa por algum tempo e ali foi coroado pelo papa. Casou-se com a filha do rei português e com ela teve dois filhos. Jack Richardson, e Dave Richarson, seus herdeiros. Viveu feliz como Imperador da Europa
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Meus amigos
Um zomba
Ou melhor, a maioria
Alguns quietinhos
Outros extrovertidos
Algumas vezes há brigas
Mas, ainda bem
Que a maioria das vezes são risos e brincadeira
Meus amigos são coisas preciosas
Por mais que tenha momentos de ódio e conflito
Espero amigo ser
Até novamente pó ser
Ou melhor, a maioria
Alguns quietinhos
Outros extrovertidos
Algumas vezes há brigas
Mas, ainda bem
Que a maioria das vezes são risos e brincadeira
Meus amigos são coisas preciosas
Por mais que tenha momentos de ódio e conflito
Espero amigo ser
Até novamente pó ser
Versos Engraçados
Calhou de precisar ir ao shopping
E eu usaria o elevador
O homem que trabalhava no elavador era palmeirense
Quando as portas no elavador se abriram, perguntei:
- Está subindo?
-Não, descendo!
E eu usaria o elevador
O homem que trabalhava no elavador era palmeirense
Quando as portas no elavador se abriram, perguntei:
- Está subindo?
-Não, descendo!
O Assassino de Bruxos
Luke sempre
vivera no templo, filho do padre há muito desaparecido, seu pai nunca cumprira
os votos e sempre andava a procura de uma rameira. Até seus doze anos foi
criado pelos acólitos do templo. Naquela vida que levava Luke só tinha quatro
deveres. Nas missas tinha que ficar na porta recebendo as pessoas, alimentar os
burros que ficavam no pequeno estábulo da igreja, varrer o chão um vez por
semana e arrumar o quarto dos três monges que aquela igreja tinha.
Aos doze anos Luke fugiu do
templo, com a roupa do corpo, alguns talheres e taças de prata roubado. Naquela época o reino era governado em sangue e fogo, pelo rei bruxo, segundo diziam os cantores nas estalagens.
Luke virou um caçador de recompensas. Carregava com ele uma espada longa, presa às costas, umas espada curta e uma adaga no cinto. Usava uma calça, uma camiseta, e cota de malha por cima de tudo, vivia caçando serviço por todo canto.
Veio a calhar um serviço, um poderoso comerciante cheio de soldados e arqueiros veio atrás dele na Floresta de Fogo, onde morava na época. Foi ao encontro deles. O comerciante se chamava Jason.
Ele o ameaçou.
- Falhar no serviço é morrer, recusar é morrer!
- Aceito. - Disse Luke com ênfase.
Tinha que assassinar um homem que era um bruxo, chamado Julius, e pegar os seus materias de feitiços. Depois Jason lhe daria o nome do segundo assassinato. Procurou o homem por duas semanas sem descansar, até chamou seus aliados incertos, mas eles o ajudaram e localizaram o homem. Vivia na Vila Assombrada. Foi dificil chegar perto dele, o pequeno povoado da vila o amava, ele era uma espécie de governante. Tinha dez guardas, a noite que Luke escolheu, havia seis guardando a casa de porte médio de Julius. Seus aliados encaixaram flechas nos guardas, e Luke entrou. Julius dormia em uma cama de solteiro. Luke sacou a espada silenciosamente e fez uma oração silenciosa.
- Descançe em paz - disse o mais baixo que pôde.
Ergueu a espada e a desceu, arrancando a cabeça de Julius e triturando o colção a espada cravou na madeira da cama. Colocou a cabeça de Julius em um saco, e em outro colocou algumas poções, entre elas estavam vinho tinto, alguns pelos e alguns liquidos roxos.
Depois de três dias que havia matado o feitiçeiro procurou Jason em sua mansão, na Vila Rica. De noite ninguém notou a sua entrada.
Encontrou Jason sentado em seu gabinete, esperando bebendo um taça de vinho.
- Matou o homem?
- Sim - ergueu o saco com a cabeça de Julius - Que tal a cabeça dele?
-Exagerou, mas gostei, e as poções? - Perguntou Jason sorrindo.
- Aqui estão - disse erguendo o outro saco. Quando Jason foi pegar o saco, Luke segurou a mão dele - E meu ouro?
- Está na sua casa em baixo da cama. O próximo assassinato é o comandante da guarda real, e o rei
- Como assim? Quer que eu mate o rei?
- Sim, ofereço o sêxtuplo do pagamento!
- Fechado, me dê três meses e terá duas cabeças.
Ninguém notou a sua saída também, chegou em casa e o ouro estava ali. Como Jason havia dito, embaixo da sua cama.
No dia seguinte partiu para o assassinato do rei, e do comandante da guarda real. No meio do caminho foi apanhado por homens do rei, e foi levado a presença do homem que procurava pela promessa de ouro. Foi liberado com a promessa que não pegaria em armas contra qualquer pessoas da capital.
Mas Luke era um mercenário, e para um mercenário palavras so vento.
Quando foi solto, escalou as muralhas e se dirigiu ao quarto do comandante que procurava. Parecia que ele estava dormindo, quando chegou perto dele com a espada, percebeu que estava acordado.
- Sabia que viria! Guardas! - Girtou o comandante.
Acertou com a espada longa todos os guardas que vieram, aqueles guardas pelo menos, não chegavam nem aos pés de Luke.
- Os melhores! Mais eu sou o melhor! - disse o comandante atacando, e fazendo Luke recuar dois passos. Dançaram pelo aposento até Luke ser ferido na perna - Disse que sou o melhor - disse o comandante. Luke o atacou e cortou o homem um pouco abaixo das costelas.
Ele resmungou e caiu no chão morto, quando chegou perto dele, viu que um liquido roxo saia do corte. Cortou a cabeça dele e enfiou no saco. As poções no segundo saco, foi dificil se arrastar até os aposentos do rei, mas também cortou a cabeça dele, e enfiou no saco, as poções no segundo.
Levou o que Jason queria, quando viu no dia seguinte, Jason era o novo rei, e os herdeiros do rei assassinado por Luke estavam mortos.
Então foi que Luke percebeu o que fez, colocou um poder maior do que pensava dentro do reino.
Para reparar seu erro, foi até a capital. Foi bem recebido, quando foi abraçar o rei Jason, tirou a faca e o matou, pegou a coroa, e coroou a si próprio e queimou todas as poções existentes no reino.
- Descançe em paz - disse o mais baixo que pôde.
Ergueu a espada e a desceu, arrancando a cabeça de Julius e triturando o colção a espada cravou na madeira da cama. Colocou a cabeça de Julius em um saco, e em outro colocou algumas poções, entre elas estavam vinho tinto, alguns pelos e alguns liquidos roxos.
Depois de três dias que havia matado o feitiçeiro procurou Jason em sua mansão, na Vila Rica. De noite ninguém notou a sua entrada.
Encontrou Jason sentado em seu gabinete, esperando bebendo um taça de vinho.
- Matou o homem?
- Sim - ergueu o saco com a cabeça de Julius - Que tal a cabeça dele?
-Exagerou, mas gostei, e as poções? - Perguntou Jason sorrindo.
- Aqui estão - disse erguendo o outro saco. Quando Jason foi pegar o saco, Luke segurou a mão dele - E meu ouro?
- Está na sua casa em baixo da cama. O próximo assassinato é o comandante da guarda real, e o rei
- Como assim? Quer que eu mate o rei?
- Sim, ofereço o sêxtuplo do pagamento!
- Fechado, me dê três meses e terá duas cabeças.
Ninguém notou a sua saída também, chegou em casa e o ouro estava ali. Como Jason havia dito, embaixo da sua cama.
No dia seguinte partiu para o assassinato do rei, e do comandante da guarda real. No meio do caminho foi apanhado por homens do rei, e foi levado a presença do homem que procurava pela promessa de ouro. Foi liberado com a promessa que não pegaria em armas contra qualquer pessoas da capital.
Mas Luke era um mercenário, e para um mercenário palavras so vento.
Quando foi solto, escalou as muralhas e se dirigiu ao quarto do comandante que procurava. Parecia que ele estava dormindo, quando chegou perto dele com a espada, percebeu que estava acordado.
- Sabia que viria! Guardas! - Girtou o comandante.
Acertou com a espada longa todos os guardas que vieram, aqueles guardas pelo menos, não chegavam nem aos pés de Luke.
- Os melhores! Mais eu sou o melhor! - disse o comandante atacando, e fazendo Luke recuar dois passos. Dançaram pelo aposento até Luke ser ferido na perna - Disse que sou o melhor - disse o comandante. Luke o atacou e cortou o homem um pouco abaixo das costelas.
Ele resmungou e caiu no chão morto, quando chegou perto dele, viu que um liquido roxo saia do corte. Cortou a cabeça dele e enfiou no saco. As poções no segundo saco, foi dificil se arrastar até os aposentos do rei, mas também cortou a cabeça dele, e enfiou no saco, as poções no segundo.
Levou o que Jason queria, quando viu no dia seguinte, Jason era o novo rei, e os herdeiros do rei assassinado por Luke estavam mortos.
Então foi que Luke percebeu o que fez, colocou um poder maior do que pensava dentro do reino.
Para reparar seu erro, foi até a capital. Foi bem recebido, quando foi abraçar o rei Jason, tirou a faca e o matou, pegou a coroa, e coroou a si próprio e queimou todas as poções existentes no reino.
Raízes
Criei raízes com os meus avós
Foi com relutância que os deixei
Meus pais não puderam me criar
Pela falta de dinheiro
Mas meus avós o fizeram com o maior prazer
Meus pais foram me buscar
Um certo dia
Cheios de grosseria
Não quis deixar meus avós
Mas meus pais me bateram
Nunca antes, haviam me dirigido nem sequer, uma única palavra
Vivi pelo resto da vida em pé de guerra
Com as pessoas que me fizeram
Me puseram no mundo
Vivi entre magóa e inimizade
Um outro dia fugi e voltei a viver com meus avós
Foi com relutância que os deixei
Meus pais não puderam me criar
Pela falta de dinheiro
Mas meus avós o fizeram com o maior prazer
Meus pais foram me buscar
Um certo dia
Cheios de grosseria
Não quis deixar meus avós
Mas meus pais me bateram
Nunca antes, haviam me dirigido nem sequer, uma única palavra
Vivi pelo resto da vida em pé de guerra
Com as pessoas que me fizeram
Me puseram no mundo
Vivi entre magóa e inimizade
Um outro dia fugi e voltei a viver com meus avós
Acidente, Tristeza, e Morte
Suzana estava ali, jazia em uma poça de sangue, e eu como mãe sofrendo em lágrimas silenciosas. O carro do IML já havia chegado.
O desgraçado bêbado bateu em seu carro, e o carro de minha filha, de minha querida filha capotou.
O enterro foi a coisa mais triste de minha vida, chorei histericamente. Ela foi colocada na cova que pertencia a nossa família.
A polícia, não fez nada, o ódio me consumiu e procurei vingança.
Todas as sextas-feiras quando anoitecia, me encapuzava, pegava minha pistola de uso exclusivo do exército americano, a respectiva munição da pistola, e matava todos os bêbados que encontrava nos bares de São Paulo. Fiz isso até meus noventa e dois anos, quando morri de velhice.
Minha vingança de nada adiantou, pois, nunca encontrei o assassino de minha filha.
O desgraçado bêbado bateu em seu carro, e o carro de minha filha, de minha querida filha capotou.
O enterro foi a coisa mais triste de minha vida, chorei histericamente. Ela foi colocada na cova que pertencia a nossa família.
A polícia, não fez nada, o ódio me consumiu e procurei vingança.
Todas as sextas-feiras quando anoitecia, me encapuzava, pegava minha pistola de uso exclusivo do exército americano, a respectiva munição da pistola, e matava todos os bêbados que encontrava nos bares de São Paulo. Fiz isso até meus noventa e dois anos, quando morri de velhice.
Minha vingança de nada adiantou, pois, nunca encontrei o assassino de minha filha.
Versos Engraçados
Cavei, cavei, cavei
Ah, meu amigo
Tenha certeza mi amigo
Que nenhuma parte do Palmeiras encontrei
Ah, meu amigo
Tenha certeza mi amigo
Que nenhuma parte do Palmeiras encontrei
Horror
Trezentos homens morreram
A sim, com honra
Na guerra ninguém garante
Quem morre, ou quem vive
Horror terei
A sim , para sempre terei
Vi sangue e fogo
Traumatizado fiquei
Horrorizado também
Ah meu Deus,
Piedade!
Sorte a minha
Não morri
Mas homens bons morrerram
E horrorizado fiquei
Sem consolo
Perdi um irmão, e um amigo
Não viverei mais feliz
Mas no dia em que morrer
Talvez por desgosto
Encontrarei o meu irmão e meu amigo
No céu, e viverei ao lado de Deus
Só aí terei paz.
A sim, com honra
Na guerra ninguém garante
Quem morre, ou quem vive
Horror terei
A sim , para sempre terei
Vi sangue e fogo
Traumatizado fiquei
Horrorizado também
Ah meu Deus,
Piedade!
Sorte a minha
Não morri
Mas homens bons morrerram
E horrorizado fiquei
Sem consolo
Perdi um irmão, e um amigo
Não viverei mais feliz
Mas no dia em que morrer
Talvez por desgosto
Encontrarei o meu irmão e meu amigo
No céu, e viverei ao lado de Deus
Só aí terei paz.
O homem do sol nascente
Henri tinha por volta de três anos quando a princesa nasceu. Henri era bem grande para a sua idade quando completou sete anos foi trabalhar com sua mãe na cozinha do palácio, sua mãe lhe ensinou tudo que sabia, e Henri provalvelmente seria um futuro chef na cozinha.
Quando estava perto de fazer oito anos a mãe dele ficou grávida, e ele ficou muito feliz que ia ter um irmão ou irmã, ele iria ser um irmão muito bom para aquela criança.
Quando fez doze anos Henri foi trabalhar na terra com seu pai e ele ainda sonhava em ser um guerreiro mas estava perto de desistir deste sonho pois todo guerreiro começava o seu treinamento com treze anos e faltava apenas alguns dias para completar os seus treze anos.
O nome de seu irmão era Sean. Sempre que Henri tinha tempo brincava com seu irmão, os dois eram muito amigos. Quando faltava menos de dez dias para o aniversário de Henri o rei convocou a sua família a sala do trono.
Quando chegaram lá Henri ficou maravilhado ele achou muito bonito, "quem me dera ter uma sala dessa para mim" pensou. Logo ele viu uma menina sentada ao lado do rei de cabelos louros, pele branca, alta devia ter por volta de onze anos. Ficou pensando "deve ser a filha do rei a princesa Lúcia, ela é tão linda, mas o que ela ia ver em mim?".
O rei perguntou a lorde Simon quem era o grande garoto que tinha entrado na sala do trono junto com a cozinheira e o que trabalha na roça ele disse que era o filho deles e o rei se adiantou:
-Quantos anos tem seu filho Rafa?
-Ele irá fazer treze anos nos próximos oito dias vossa majestade.
O rei pensou que ele seria um ótimo cavaleiro, guarda-costas, um guarda, um policial, um menino grande e forte. O rei abriu um sorriso largo na boca quando pensou "minha filha logo presisará de um guarda costas e quando ele terminasse seu treinamento poderia designá-lo a esse cargo. Mas primeiro tinha que perguntar se ele queria ser um cavaleiro do rei:
-Henri você quer ser um cavaleiro?
Na hora Henri não acreditou.
-Sim, vossa majestade, é o meu maior sonho.
-lorde Simon fale para Sir Murillo que tem um novo aprendiz!
Lorde Simon não disse nada e já se retirou da sala do trono, o rei começou a falar de novo:
-Henri comparessa a escola de guerra no dia de seu aniversário as oito horas da manhã seu treinamento irá começar e Rafa fique preparado seu filho menor Sean será guerreiro mas se não for tão grande será um arqueiro da minha grarda.
-Sim, vossa majestade
Rafa só podia se alegrar com sua familia seu filho maior indo para a escola de guerra e um futuro garantido para Sean. Quando iam saindo o rei disse:
- Não me decepcione Henri, gostei de sua aparencia, não me decepicione.
Dormiu tranquilo nos oito dias seguintes, no oitavo dia, acordou e foi para o treino.
O treino era pesado e foi dificil, passou cinco anos treinando, até ter seus dezessete anos, quase dezoito. Henri subia cada vez mais de posição, primeiro intendente de Murillo, depois guarda nos portões da cidade. Quando o velho castelão da capital do reino morreu, houve uma eleição e Henri foi o ganhador. Gostou da idéia e cumpriu o dever com alegria, no dia em que foi eleito castelão da capital, foi nomeado cavaleiro pelo rei.
Quando os vikings estavam ameaçando seriamente a segurança de Lorde Richard do Feudo Leste, Henri comandou uma grande tropa composta por muitos arqueiros, soldados e homens montados, totalizando sete mil e quinhentos.Conquistou uma grande vitória naquele dia.
Quando tinha vinte e um anos, sua mãe morreu, deixou o pai Rafa em estado de choque assim como o irmão Sean.
Ela foi enterrada no Cemitério Real, o principal de todo o reino, onde os senhores dos Feudos Regionais eram enterrados.
O ataque aos vikings foi um sucesso, perderam apenas seis centenas de homens, muitos navios foram capturados, e alguns saques de vilas e aldeias recuperados. O rei presenteou Lorde Richard com os navios, senhor do Feudo Leste, e fortaleceu, e muito a marinha do reino.
Quando Henri tinha vinte e quatro anos Feudo Norte foi tomado pelos Clãs Nortenhos, Lorde Rodrigo e seus herdeiros foram executados, e coube a Henri recuperar o castelo. Foi dificil mais conquistou mais uma vitória em nome do rei, e cada vez ganhava mais reputação. Como não havia herdeiros para o Feudo Norte, Henri foi nomeado Senhor Protetor do Norte.
A rainha Diana morreu de málaria, no ano da queda de Feudo Norte, e logo depois o rei desfaleceu de desgosto. O rei tinha apenas uma filha, Lúcia, que se tornou rainha em seus vinte e dois anos.
Em uma festa Henri pediu Lúcia em casamento, outros pretendentes diziam que ele interesseiro, mas era mentira, Henri a amava desde criaça.
Casaram-se e tiveram cinco filhos. Brune, o herdeiro do reino, o segundo Filippo, herdeiro do Feudo Norte, a terceira Marina, o quarto Robert, e a quinta Kate.
O rei Henri viveu feliz vendo o seus filhos crescendo. Ficou conhecido até o fim dos tempos como O Rei do Sol Nascente. O motivo: a dinastia de Lúcia era recente, e nenhum rei havia escolhido um símbolo para a família real, escolheu o sol nascendo. Por isso ficou assim conhecido.
O rei Henri morreu liderando seus homens contra o rei do Reino Sul,que ameaçava o reino todo, mas a segurança do reino foi garantida, e o rei Brune continuou a linhagem.
Quando estava perto de fazer oito anos a mãe dele ficou grávida, e ele ficou muito feliz que ia ter um irmão ou irmã, ele iria ser um irmão muito bom para aquela criança.
Quando fez doze anos Henri foi trabalhar na terra com seu pai e ele ainda sonhava em ser um guerreiro mas estava perto de desistir deste sonho pois todo guerreiro começava o seu treinamento com treze anos e faltava apenas alguns dias para completar os seus treze anos.
O nome de seu irmão era Sean. Sempre que Henri tinha tempo brincava com seu irmão, os dois eram muito amigos. Quando faltava menos de dez dias para o aniversário de Henri o rei convocou a sua família a sala do trono.
Quando chegaram lá Henri ficou maravilhado ele achou muito bonito, "quem me dera ter uma sala dessa para mim" pensou. Logo ele viu uma menina sentada ao lado do rei de cabelos louros, pele branca, alta devia ter por volta de onze anos. Ficou pensando "deve ser a filha do rei a princesa Lúcia, ela é tão linda, mas o que ela ia ver em mim?".
O rei perguntou a lorde Simon quem era o grande garoto que tinha entrado na sala do trono junto com a cozinheira e o que trabalha na roça ele disse que era o filho deles e o rei se adiantou:
-Quantos anos tem seu filho Rafa?
-Ele irá fazer treze anos nos próximos oito dias vossa majestade.
O rei pensou que ele seria um ótimo cavaleiro, guarda-costas, um guarda, um policial, um menino grande e forte. O rei abriu um sorriso largo na boca quando pensou "minha filha logo presisará de um guarda costas e quando ele terminasse seu treinamento poderia designá-lo a esse cargo. Mas primeiro tinha que perguntar se ele queria ser um cavaleiro do rei:
-Henri você quer ser um cavaleiro?
Na hora Henri não acreditou.
-Sim, vossa majestade, é o meu maior sonho.
-lorde Simon fale para Sir Murillo que tem um novo aprendiz!
Lorde Simon não disse nada e já se retirou da sala do trono, o rei começou a falar de novo:
-Henri comparessa a escola de guerra no dia de seu aniversário as oito horas da manhã seu treinamento irá começar e Rafa fique preparado seu filho menor Sean será guerreiro mas se não for tão grande será um arqueiro da minha grarda.
-Sim, vossa majestade
Rafa só podia se alegrar com sua familia seu filho maior indo para a escola de guerra e um futuro garantido para Sean. Quando iam saindo o rei disse:
- Não me decepcione Henri, gostei de sua aparencia, não me decepicione.
Dormiu tranquilo nos oito dias seguintes, no oitavo dia, acordou e foi para o treino.
O treino era pesado e foi dificil, passou cinco anos treinando, até ter seus dezessete anos, quase dezoito. Henri subia cada vez mais de posição, primeiro intendente de Murillo, depois guarda nos portões da cidade. Quando o velho castelão da capital do reino morreu, houve uma eleição e Henri foi o ganhador. Gostou da idéia e cumpriu o dever com alegria, no dia em que foi eleito castelão da capital, foi nomeado cavaleiro pelo rei.
Quando os vikings estavam ameaçando seriamente a segurança de Lorde Richard do Feudo Leste, Henri comandou uma grande tropa composta por muitos arqueiros, soldados e homens montados, totalizando sete mil e quinhentos.Conquistou uma grande vitória naquele dia.
Quando tinha vinte e um anos, sua mãe morreu, deixou o pai Rafa em estado de choque assim como o irmão Sean.
Ela foi enterrada no Cemitério Real, o principal de todo o reino, onde os senhores dos Feudos Regionais eram enterrados.
O ataque aos vikings foi um sucesso, perderam apenas seis centenas de homens, muitos navios foram capturados, e alguns saques de vilas e aldeias recuperados. O rei presenteou Lorde Richard com os navios, senhor do Feudo Leste, e fortaleceu, e muito a marinha do reino.
Quando Henri tinha vinte e quatro anos Feudo Norte foi tomado pelos Clãs Nortenhos, Lorde Rodrigo e seus herdeiros foram executados, e coube a Henri recuperar o castelo. Foi dificil mais conquistou mais uma vitória em nome do rei, e cada vez ganhava mais reputação. Como não havia herdeiros para o Feudo Norte, Henri foi nomeado Senhor Protetor do Norte.
A rainha Diana morreu de málaria, no ano da queda de Feudo Norte, e logo depois o rei desfaleceu de desgosto. O rei tinha apenas uma filha, Lúcia, que se tornou rainha em seus vinte e dois anos.
Em uma festa Henri pediu Lúcia em casamento, outros pretendentes diziam que ele interesseiro, mas era mentira, Henri a amava desde criaça.
Casaram-se e tiveram cinco filhos. Brune, o herdeiro do reino, o segundo Filippo, herdeiro do Feudo Norte, a terceira Marina, o quarto Robert, e a quinta Kate.
O rei Henri viveu feliz vendo o seus filhos crescendo. Ficou conhecido até o fim dos tempos como O Rei do Sol Nascente. O motivo: a dinastia de Lúcia era recente, e nenhum rei havia escolhido um símbolo para a família real, escolheu o sol nascendo. Por isso ficou assim conhecido.
O rei Henri morreu liderando seus homens contra o rei do Reino Sul,que ameaçava o reino todo, mas a segurança do reino foi garantida, e o rei Brune continuou a linhagem.
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