Luke sempre
vivera no templo, filho do padre há muito desaparecido, seu pai nunca cumprira
os votos e sempre andava a procura de uma rameira. Até seus doze anos foi
criado pelos acólitos do templo. Naquela vida que levava Luke só tinha quatro
deveres. Nas missas tinha que ficar na porta recebendo as pessoas, alimentar os
burros que ficavam no pequeno estábulo da igreja, varrer o chão um vez por
semana e arrumar o quarto dos três monges que aquela igreja tinha.
Aos doze anos Luke fugiu do
templo, com a roupa do corpo, alguns talheres e taças de prata roubado. Naquela época o reino era governado em sangue e fogo, pelo rei bruxo, segundo diziam os cantores nas estalagens.
Luke virou um caçador de recompensas. Carregava com ele uma espada longa, presa às costas, umas espada curta e uma adaga no cinto. Usava uma calça, uma camiseta, e cota de malha por cima de tudo, vivia caçando serviço por todo canto.
Veio a calhar um serviço, um poderoso comerciante cheio de soldados e arqueiros veio atrás dele na Floresta de Fogo, onde morava na época. Foi ao encontro deles. O comerciante se chamava Jason.
Ele o ameaçou.
- Falhar no serviço é morrer, recusar é morrer!
- Aceito. - Disse Luke com ênfase.
Tinha que assassinar um homem que era um bruxo, chamado Julius, e pegar os seus materias de feitiços. Depois Jason lhe daria o nome do segundo assassinato. Procurou o homem por duas semanas sem descansar, até chamou seus aliados incertos, mas eles o ajudaram e localizaram o homem. Vivia na Vila Assombrada. Foi dificil chegar perto dele, o pequeno povoado da vila o amava, ele era uma espécie de governante. Tinha dez guardas, a noite que Luke escolheu, havia seis guardando a casa de porte médio de Julius. Seus aliados encaixaram flechas nos guardas, e Luke entrou. Julius dormia em uma cama de solteiro. Luke sacou a espada silenciosamente e fez uma oração silenciosa.
- Descançe em paz - disse o mais baixo que pôde.
Ergueu a espada e a desceu, arrancando a cabeça de Julius e triturando o colção a espada cravou na madeira da cama. Colocou a cabeça de Julius em um saco, e em outro colocou algumas poções, entre elas estavam vinho tinto, alguns pelos e alguns liquidos roxos.
Depois de três dias que havia matado o feitiçeiro procurou Jason em sua mansão, na Vila Rica. De noite ninguém notou a sua entrada.
Encontrou Jason sentado em seu gabinete, esperando bebendo um taça de vinho.
- Matou o homem?
- Sim - ergueu o saco com a cabeça de Julius - Que tal a cabeça dele?
-Exagerou, mas gostei, e as poções? - Perguntou Jason sorrindo.
- Aqui estão - disse erguendo o outro saco. Quando Jason foi pegar o saco, Luke segurou a mão dele - E meu ouro?
- Está na sua casa em baixo da cama. O próximo assassinato é o comandante da guarda real, e o rei
- Como assim? Quer que eu mate o rei?
- Sim, ofereço o sêxtuplo do pagamento!
- Fechado, me dê três meses e terá duas cabeças.
Ninguém notou a sua saída também, chegou em casa e o ouro estava ali. Como Jason havia dito, embaixo da sua cama.
No dia seguinte partiu para o assassinato do rei, e do comandante da guarda real. No meio do caminho foi apanhado por homens do rei, e foi levado a presença do homem que procurava pela promessa de ouro. Foi liberado com a promessa que não pegaria em armas contra qualquer pessoas da capital.
Mas Luke era um mercenário, e para um mercenário palavras so vento.
Quando foi solto, escalou as muralhas e se dirigiu ao quarto do comandante que procurava. Parecia que ele estava dormindo, quando chegou perto dele com a espada, percebeu que estava acordado.
- Sabia que viria! Guardas! - Girtou o comandante.
Acertou com a espada longa todos os guardas que vieram, aqueles guardas pelo menos, não chegavam nem aos pés de Luke.
- Os melhores! Mais eu sou o melhor! - disse o comandante atacando, e fazendo Luke recuar dois passos. Dançaram pelo aposento até Luke ser ferido na perna - Disse que sou o melhor - disse o comandante. Luke o atacou e cortou o homem um pouco abaixo das costelas.
Ele resmungou e caiu no chão morto, quando chegou perto dele, viu que um liquido roxo saia do corte. Cortou a cabeça dele e enfiou no saco. As poções no segundo saco, foi dificil se arrastar até os aposentos do rei, mas também cortou a cabeça dele, e enfiou no saco, as poções no segundo.
Levou o que Jason queria, quando viu no dia seguinte, Jason era o novo rei, e os herdeiros do rei assassinado por Luke estavam mortos.
Então foi que Luke percebeu o que fez, colocou um poder maior do que pensava dentro do reino.
Para reparar seu erro, foi até a capital. Foi bem recebido, quando foi abraçar o rei Jason, tirou a faca e o matou, pegou a coroa, e coroou a si próprio e queimou todas as poções existentes no reino.
- Descançe em paz - disse o mais baixo que pôde.
Ergueu a espada e a desceu, arrancando a cabeça de Julius e triturando o colção a espada cravou na madeira da cama. Colocou a cabeça de Julius em um saco, e em outro colocou algumas poções, entre elas estavam vinho tinto, alguns pelos e alguns liquidos roxos.
Depois de três dias que havia matado o feitiçeiro procurou Jason em sua mansão, na Vila Rica. De noite ninguém notou a sua entrada.
Encontrou Jason sentado em seu gabinete, esperando bebendo um taça de vinho.
- Matou o homem?
- Sim - ergueu o saco com a cabeça de Julius - Que tal a cabeça dele?
-Exagerou, mas gostei, e as poções? - Perguntou Jason sorrindo.
- Aqui estão - disse erguendo o outro saco. Quando Jason foi pegar o saco, Luke segurou a mão dele - E meu ouro?
- Está na sua casa em baixo da cama. O próximo assassinato é o comandante da guarda real, e o rei
- Como assim? Quer que eu mate o rei?
- Sim, ofereço o sêxtuplo do pagamento!
- Fechado, me dê três meses e terá duas cabeças.
Ninguém notou a sua saída também, chegou em casa e o ouro estava ali. Como Jason havia dito, embaixo da sua cama.
No dia seguinte partiu para o assassinato do rei, e do comandante da guarda real. No meio do caminho foi apanhado por homens do rei, e foi levado a presença do homem que procurava pela promessa de ouro. Foi liberado com a promessa que não pegaria em armas contra qualquer pessoas da capital.
Mas Luke era um mercenário, e para um mercenário palavras so vento.
Quando foi solto, escalou as muralhas e se dirigiu ao quarto do comandante que procurava. Parecia que ele estava dormindo, quando chegou perto dele com a espada, percebeu que estava acordado.
- Sabia que viria! Guardas! - Girtou o comandante.
Acertou com a espada longa todos os guardas que vieram, aqueles guardas pelo menos, não chegavam nem aos pés de Luke.
- Os melhores! Mais eu sou o melhor! - disse o comandante atacando, e fazendo Luke recuar dois passos. Dançaram pelo aposento até Luke ser ferido na perna - Disse que sou o melhor - disse o comandante. Luke o atacou e cortou o homem um pouco abaixo das costelas.
Ele resmungou e caiu no chão morto, quando chegou perto dele, viu que um liquido roxo saia do corte. Cortou a cabeça dele e enfiou no saco. As poções no segundo saco, foi dificil se arrastar até os aposentos do rei, mas também cortou a cabeça dele, e enfiou no saco, as poções no segundo.
Levou o que Jason queria, quando viu no dia seguinte, Jason era o novo rei, e os herdeiros do rei assassinado por Luke estavam mortos.
Então foi que Luke percebeu o que fez, colocou um poder maior do que pensava dentro do reino.
Para reparar seu erro, foi até a capital. Foi bem recebido, quando foi abraçar o rei Jason, tirou a faca e o matou, pegou a coroa, e coroou a si próprio e queimou todas as poções existentes no reino.
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