Suzana estava ali, jazia em uma poça de sangue, e eu como mãe sofrendo em lágrimas silenciosas. O carro do IML já havia chegado.
O desgraçado bêbado bateu em seu carro, e o carro de minha filha, de minha querida filha capotou.
O enterro foi a coisa mais triste de minha vida, chorei histericamente. Ela foi colocada na cova que pertencia a nossa família.
A polícia, não fez nada, o ódio me consumiu e procurei vingança.
Todas as sextas-feiras quando anoitecia, me encapuzava, pegava minha pistola de uso exclusivo do exército americano, a respectiva munição da pistola, e matava todos os bêbados que encontrava nos bares de São Paulo. Fiz isso até meus noventa e dois anos, quando morri de velhice.
Minha vingança de nada adiantou, pois, nunca encontrei o assassino de minha filha.
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